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Centenas de bombeiros combatem em Chaves e Viseu

 

 

Cerca de 300 operacionais combatem hoje os incêndios que lavram em Sernancelhe (Viseu) e em Águas Frias (Chaves), informa o portal da Autoridade Nacional da Protecção Civil.

Activo desde a manhã de sexta-feira, o fogo em Sarzeda, concelho de Sernancelhe, distrito de Viseu, mantém duas frentes activas em mato, que estão a ser combatidas por 236 operacionais, incluindo 217 bombeiros, auxiliados por 53 viaturas.


O vento forte e os maus acessos estão a dificultar as operações, adiantou à agência Lusa o segundo comandante distrital de operações de socorro de Viseu, Henrique Pereira.


Em Águas Frias, concelho de Chaves, distrito de Vila Real, um incêndio em mato deflagrado às 21:55 de sexta-feira mantém uma frente activa, estando a ser combatido por 67 bombeiros apoiados por 16 veículos.


O incêndio em Soeirinho, Pampilhosa da Serra, Coimbra, cujo alerta foi dado às 20:02 de sexta-feira, foi dominado às 02:01, continuando com algumas zonas em fase de rescaldo.


Lusa/SOL

atualizado em ( Sábado, 01 Setembro 2012 18:16 )
 
Bombeiros vão ter quartel "Século XXI"
Terça, 20 Abril 2010 17:18

 

Ax primeira pedra do futuro quartel dos Bombeiros Voluntários de Albergaria-a-Velha foi ontem de manhã lançada numa cerimónia presidida pelo governador civil do distrito de Aveiro, José Mota.

O novo edifício, com custos estimados em 1,250 milhões de euros, irá denominar-se "Século XXI" e será construído hum terreno cedido pela Câmara Municipal de Albergaria-a-Velha, com uma área de 16 mil metros altquadrados na zona industrial muito perto da "Helipista".

A cedência do terreno por parte da Câmara aos bombeiros de Albergaria-a-Velha será período de 51 anos.

A construção do edifício que deverá estar pronto no próximo ano terá financiamento público através do QREN (Quadro Estratégico de Referência Nacional) e poderá ainda receber ajudas monetárias da autarquia,. "Os bombeiros devem contar com o apoio da Câmara para a construção do novo quartel", sublinhou ontem o presidente da autarquia albergariense João Agostinho durante a cerimónia solene que evocou a passagem do 85.º aniversário da instituição.

Os bombeiros de Albergaria-a-Velha estão hoje localizados no centro da vila, num quartel que data de 1969 e que está ultrapassado.

O governador civil de Aveiro, José Mota, que estava em representação do secretário de Estado da Protecção Civil, Vasco Franco, que o "Governo tem sabido encontrar as condições necessárias para o financiamento" das infra-estruturas dos bombeiros.

O novo quartel dos bombeiros de Albergaria-a-Velha vai romper com a filosofia tradicional das instalações dos bombeiros voluntários em Portugal.

Será uma construção tipo industrial, com apenas duas portas e os carros no seu interior não ficarão estacionados paralelamente, mas em espinha. Terá uma zona de descontaminação para as ambulâncias e não terá camaratas mas quartos triplos para homens ou mulheres. Segundo os responsáveis pelos bombeiros de Albergaria-a-Velha, o futuro quartel segue as pisadas do que se está a fazer de melhor pela Europa, nomeadamente em França. Chamar-se-á "Século XXI porque para além das inovações terá baixos custos de manutenção.

in JN

 

 
Fusão entre bombeiros municipais e voluntários em Santarém posta de parte
Quinta, 07 Janeiro 2010 18:23

O presidente da Câmara de Santarém, Francisco Moita Flores (PSD), diz que está posta de parte a possibilidade de fusão entre a corporação dos voluntários de Santarém com os bombeiros municipais, uma possibilidade que já vem sendo falada há muitos anos. “Essa é uma situação que não pode acontecer. Não vai haver qualquer fusão. Vamos é trabalhar para que possam existir sinergias entre estas corporações, assim como com as restantes do concelho”, frisou o autarca após uma reunião que teve com os presidentes da associação nacional e do sindicato de bombeiros profissionais.

Moita Flores declarou que o trabalho de reestruturação dos bombeiros em Santarém vai ser feito em conjunto com a Associação Nacional de Bombeiros Profissionais (ANBP) e o Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais (SNBP). O encontro teve como pano de fundo a polémica surgida após a Câmara de Santarém ter cortado no pagamento de horas extraordinárias consideradas ilegais aos voluntários que prestam serviço nos bombeiros municipais.

Os presidentes da ANBP e do SNBP estão de acordo com a política de reestruturação para o sector defendida por Moita Flores. Fernando Curto, da ANBP, disse que concorda “a 100 por cento” com a posição do autarca quanto à questão das horas extraordinárias dos bombeiros. “Não podemos subscrever o pagamento de horários que não estão dentro da lei”, justificou, acrescentando que a associação tem vindo a fazer um apelo a todas as autarquias para “legalizar” a questão.

“Os bombeiros têm que entender que é preciso legalizar uma questão que não estava conforme à lei e que é preciso uma nova organização dos horários de trabalho”, referiu ainda, considerando uma “postura correcta, inovadora e nobre” a posição defendida pelo presidente da Câmara de Santarém.

O presidente da ANBP elogiou ainda a disponibilidade da autarquia para abrir concursos para a entrada de mais oito bombeiros profissionais na corporação dos municipais. Fernando Curto disse que esta forma de trabalhar da Câmara de Santarém é “o procedimento correcto” e que não é possível continuar a prática de pagar horas extraordinárias a bombeiros que são voluntários.

Também Sérgio Carvalho, presidente do Sindicato Nacional de Bombeiros Profissionais, diz estar solidário com a posição “inovadora” da Câmara de Santarém sobre a reestruturação das corporações de bombeiros profissionais e considera que os pressupostos que lhe foram transmitidos por Moita Flores “vêm dar uma nova dimensão e uma nova responsabilidade de trabalho” a esta classe profissional.

Moita Flores disse que o trabalho de reestruturação dos bombeiros em Santarém vai ser feito em conjunto com a ANBP e o SNBP e que está posta de parte a possibilidade de fusão entre a corporação dos voluntários de Santarém com os bombeiros municipais.

“Essa é uma situação que não pode acontecer. Não vai haver qualquer fusão. Vamos é trabalhar para que possam existir sinergias entre estas corporações, assim como com as restantes do concelho”, frisou o autarca.

 

O Mirante

 
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