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Evora - Bombeiros abastecem hospitais desde hoje de madrugada
Quinta, 07 Janeiro 2010 18:16

Os Bombeiros de Évora estão desde a madrugada de hoje a abastecer os depósitos do Hospital da cidade, devido ao corte de água no centro histórico desde as 23:00 de terça-feira, disse à agência Lusa fonte dos bombeiros.

Os depósitos do Hospital do Espírito Santo começaram a ser atestados pelos bombeiros hoje de madrugada, indicou a mesma fonte.

Quanto ao Hospital do Patrocínio, uma viatura dos bombeiros está a bombear água directamente para a rede da unidade hospitalar, referiu a fonte.

Estes são, até hoje de manhã, os únicos casos em que foi solicitada a intervenção dos bombeiros.

O centro histórico Évora está sem água desde as 23:00 de terça-feira, devido ao excesso de metais, como o alumínio, detectados na rede que abastece a cidade, informou o presidente da autarquia local, José Ernesto Oliveira.

 

Jornal de Noticias

 
Plano de Socorro na Serra da Estrela Não Prevê Acidentes Aquáticos
Segunda, 04 Janeiro 2010 00:00

Teste mostra fragilidades na assistência de emergência a grande altitude.

O risco de acidente aquático não foi previsto no novo Plano de Operações Nacional para a serra da Estrela, que entrou em vigor a 22 de Dezembro. Uma vulnerabilidade detectada ontem durante um exercício de mergulhadores, na lagoa Comprida e que serviu para testar a articulação entre as várias forças de socorro que operam naquela que é a montanha mais alta de Portugal. No Inverno, lagoas, barragens e rios gelam à superfície e ficam cobertos de neve. Para os milhares de turistas que demandam a serra constituem apenas mais um local com neve, mas o perigo de alguém cair é real.

O dia acaba de nascer e já uma força de socorro galga a montanha. No Sabugueiro, lotada com os turistas que se deslocaram para as festividades de fim de ano, o termómetro marca quatro graus e os operacionais não reclamam do frio. Equipados com vestuário apropriado para as baixas temperaturas, a Força Especial de Bombeiros (FEB) e o Grupo de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR convergem para a lagoa Comprida, um dos muitos espelhos de água que abundam na serra. Segue também uma equipa de mergulhadores de Viseu - a que está mais próxima da Estrela e que ainda assim precisa de hora e meia para deslocar homens e equipamentos.

Na serra da Estrela tem havido alguns resgates em meio aquático e os exercícios "servem para testar o comportamento dos homens e do material à altitude e ao frio", explica José Teixeira, o chefe da equipa de mergulhadores. A Estrela "tem uma meteorologia instável, ora nevoeiros que surgem de repente ora ventos cruzados e nem sempre podemos contar com o helicóptero", diz Serafim Barata, comandante dos Bombeiros de S. Romão.

Cada mergulhador é então sujeito ao esforço de transportar 30 quilos de material às costas, com o ar rarefeito, enquanto o equipamento mais pesado segue numa moto quatro. A 1500 metros de altitude, na lagoa Comprida, um dos muitos espelhos de água da serra, estão dois graus negativos e surgem os primeiros problemas. O comando de Operações de Socorro da Guarda desconhece a onde está a câmara hiperbárica mais próxima. A localização deste equipamento "é de crucial importância. É que "o mergulho em altitude obriga a uma progressão de nove metros por minuto e a uma menor permanência na água", diz José Teixeira.

Na serra "tem havido poucos acidentes nas águas", diz o sargento Carlos Fernandes, que comanda a Brigada de Montanha do GIPS. "Na barragem da Torre, que alimenta os canhões de neve da estância de esqui, a água por vezes congela e as pessoas, quando nos apercebemos, já passeiam lá por cima como se fosse uma qualquer zona de neve", diz o militar. Também o comandante dos bombeiros reconhece que "têm havido alguns abusos nas barragens".

Na água estão 40 e as duas equipas de mergulhadores, que dispõem de um inovador sistema de comunicações subaquático, informam terem localizado o corpo "do caminheiro perdido". Em terra, GIPS e FEB dão o exercício como concluído e preparam-se para alertar as respectivas hierarquias. "É necessário, nos dias de maior afluência, guarnecer a serra com uma equipa de resgate subaquático. A equipa mais próxima está a mais de uma hora e esse é o tempo limite para manter um sinistrado em suporte básico de vida", diz o chefe dos mergulhadores.  

Amadeu Araújo / DN

 
Viagem de autocarro mortal
Quinta, 17 Dezembro 2009 18:02

Mal tinha começado a viagem que terminou de forma trágica, ontem de madrugada, em Vieira do Minho, quando um autocarro se despistou e capotou, provocando dois mortos e 11 feridos, entre motorista e passageiros.
O destino do autocarro era Portalegre e transportava familiares de militares da GNR que ontem tiveram a sua cerimónia de compromisso de honra, que marca o final da formação inicial para quem ingressa na GNR.

As duas vítimas mortais - mãe, de 46 anos, e filho, de 16 - eram a mãe e irmão de um dos militares da GNR que ontem deveria 'jurar' compromisso, em Portalegre.
Os dois seguiam no autocarro juntamente com mais de uma dezena e meia de passageiros, incluindo o motorista, todos de Vieira do Minho, familiares ou amigos daquele e de outros militares da GNR que iam participar na cerimónia em Portalegre.

O autocarro acabou por capotar na Estrada Nacional (E.N.) 304, que liga a sede do concelho de Vieira do Minho à E.N. 103, nas Cerdeirinhas.
Nevava na altura do acidente, mas o gelo acumulado n a estrada é a causa mais provável do acidente que ocorreu pelas 04h15 de ontem.
Dos 11 feridos, 10 foram transportados ao Hospital de S. Marcos, em Braga, e um foi assistido no centro de saúde local.

Os Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho foram alertados às 04h20 e mobilizaram para o local quatro ambulâncias, uma viatura de desencarceramento e uma viatura do comando, contando com o apoio de mais duas ambulâncias dos Bombeiros Voluntários da Póvoa de Lanhoso, outra do INEM e a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Hospital de Braga.

O comandante dos Bombeiros Voluntários de Vieira do Minho, António Macedo, referiu que os feridos saíram, quase todos pelo próprio pé.
Mais difícil foi o resgate dos dois cadáveres, apontou António Macedo.
A GNR de Vieira do Minho acompanhou todas as operações a EN 304 foi reaberta ao início da manhã.
O Núcleo de Investigação Criminal de Acidentes de Viação do Destacamento de Trânsito do Comando Territorial de Braga da GNR investiga o acidente.

 

Correio do Minho

 
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